terça-feira, 19 de outubro de 2010

Vergonha...


Última publicação a 7 de Junho de 2010.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Equipa Fantástica


Guarda-redes: Petr Cech (República Checa); Shay Given (Irlanda); Akinfeev (Rússia)

Defesas: Chygrynskiy (Ucrânia); O'Shea (Irlanda); Vermaelen (Bélgica); Riise (Noruega); Chivu (Roménia); Perea (Colômbia); Juan Vargas (Peru)

Médios: Valencia (Equador); Modric (Croácia); Arshavin (Rússia); Misimovic (Bósnia-Herzegovina); Arda Turan (Turquia); Fletcher (Escócia); Jovetic (Montenegro); Benayoun (Israel)

Avançados: Ibrahimovic (Suécia); Adebayor (Togo); Robbie Keane (Irlanda); Shevchenko (Ucrânia); Berbatov (Bulgária); Bellamy (País de Gales); Bryan Ruiz (Costa Rica); Falcao (Colômbia); Claudio Pizarro (Peru)

Fonte: Público.

Equipa Fantástica


Guarda-redes: Petr Cech (República Checa); Shay Given (Irlanda); Akinfeev (Rússia)

Defesas: Chygrynskiy (Ucrânia); O'Shea (Irlanda); Vermaelen (Bélgica); Riise (Noruega); Chivu (Roménia); Perea (Colômbia); Juan Vargas (Peru)

Médios: Valencia (Equador); Modric (Croácia); Arshavin (Rússia); Misimovic (Bósnia-Herzegovina); Arda Turan (Turquia); Fletcher (Escócia); Jovetic (Montenegro); Benayoun (Israel)

Avançados: Ibrahimovic (Suécia); Adebayor (Togo); Robbie Keane (Irlanda); Shevchenko (Ucrânia); Berbatov (Bulgária); Bellamy (País de Gales); Bryan Ruiz (Costa Rica); Falcao (Colômbia); Claudio Pizarro (Peru)

Fonte: Público.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Factos... Daqueles que (Realmente) Interessam!


"Having sex can reduce a fever because of the sweat produced. Sex is also a pain reliever, ten times more effective than Valium: immediately before orgasm, levels of the hormone oxytocin rise by five times, determining a huge release of endorphins. These chemicals calm pain, from a minor headache to arthritis or migraines, and with no secondary effects. Migraines also disappear because the pressure in the brain's blood vessels is lowered while we have sex. So now we see that actually, a woman's headache is rather a good reason for having sex, not against it."

In OMG Facts.

There Will Always Be Prague...



A Festa Acabou...


"Façamos então a síntese. O crescimento económico, de que depende o emprego, é impulsionado por três motores: o investimento, o consumo e as exportações. Estão todos parados. A consequência é uma recessão, talvez com deflação a seguir. Poderia ser de outro modo? Não. Todos sabíamos que a bolha do endividamento acabaria por rebentar, só não sabíamos quando. Rebentou agora. Registemos a efeméride, para memória futura: "Hoje fazemos o que deve ser feito, mas o que deve ser feito devia ter sido evitado - Maio, 2010". A festa acabou."

Daniel Amaral, in Diário Económico.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

"O Fascismo Financeiro"


"Há doze anos publiquei, a convite do Dr. Mário Soares, um pequeno texto (Reinventar a Democracia) que, pela sua extrema actualidade, não resisto à tentação de evocar aqui. Nele considero eu que um dos sinais da crise da democracia é a emergência do fascismo social. Não se trata do regresso ao fascismo do século passado. Não se trata de um regime político mas antes de um regime social. Em vez de sacrificar a democracia às exigências do capitalismo, promove uma versão empobrecida de democracia que torna desnecessário e mesmo inconveniente o sacrifício. Trata-se, pois, de um fascismo pluralista e, por isso, de uma forma de fascismo que nunca existiu. Identificava então cinco formas de sociabilidade fascista, uma das quais era o fascismo financeiro. E sobre este dizia o seguinte.

O fascismo financeiro é talvez o mais virulento. Comanda os mercados financeiros de valores e de moedas, a especulação financeira global, um conjunto hoje designado por economia de casino. Esta forma de fascismo social é a mais pluralista na medida em que os movimentos financeiros são o produto de decisões de investidores individuais ou institucionais espalhados por todo o mundo e, aliás, sem nada em comum senão o desejo de rentabilizar os seus valores. Por ser o fascismo mais pluralista é também o mais agressivo porque o seu espaço-tempo é o mais refractário a qualquer intervenção democrática. Significativa, a este respeito, é a resposta do corrector da bolsa de valores quando lhe perguntavam o que era para ele o longo prazo: “longo prazo para mim são os próximos dez minutos”. Este espaço-tempo virtualmente instantâneo e global, combinado com a lógica de lucro especulativa que o sustenta, confere um imenso poder discricionário ao capital financeiro, praticamente incontrolável apesar de suficientemente poderoso para abalar, em segundos, a economia real ou a estabilidade política de qualquer país.

A virulência do fascismo financeiro reside em que ele, sendo de todos o mais internacional, está a servir de modelo a instituições de regulação global crescentemente importantes apesar de pouco conhecidas do público. Entre elas, as empresas de rating, as empresas internacionalmente acreditadas para avaliar a situação financeira dos Estados e os consequentes riscos e oportunidades que eles oferecem aos investidores internacionais. As notas atribuídas – que vão de AAA a D – são determinantes para as condições em que um país ou uma empresa de um país pode aceder ao crédito internacional. Quanto mais alta a nota, melhores as condições. Estas empresas têm um poder extraordinário. Segundo o colunista do New York Times, Thomas Friedman, «o mundo do pós-guerra fria tem duas superpotências, os EUA e a agência Moody’s». Moody’s é – uma dessas agências de rating, ao lado da Standard and Poor’s e Fitch Investors Services. Friedman justifica a sua afirmação acrescentando que «se é verdade que os EUA podem aniquilar um inimigo utilizando o seu arsenal militar, a agência de qualificação financeira Moody’s tem poder para estrangular financeiramente um país, atribuindo-lhe uma má nota».

Num momento em que os devedores públicos e privados entram numa batalha mundial para atrair capitais, uma má nota pode significar o colapso financeiro do país. Os critérios adoptados pelas empresas de rating são em grande medida arbitrários, reforçam as desigualdades no sistema mundial e dão origem a efeitos perversos: o simples rumor de uma próxima desqualificação pode provocar enorme convulsão no mercado de valores de um país. O poder discricionário destas empresas é tanto maior quanto lhes assiste a prerrogativa de atribuírem qualificações não solicitadas pelos países ou devedores visados. A virulência do fascismo financeiro reside no seu potencial de destruição, na sua capacidade para lançar no abismo da exclusão países pobres inteiros.

Escrevia isto a pensar nos países do chamado Terceiro Mundo. Não podia imaginar que o fosse recuperar a pensar em países da União Europeia."


Artigo de Boaventura de Sousa Santos publicado na "Visão" em 6 Maio de 2010.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Luar




Debussy, Clair de Lune.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

A Propósito de uma "Ponte"


Constituição da República Portuguesa (artigo 41.º, n.º 4): "As igrejas e outras comunidades religiosas estão separadas do Estado e são livres na sua organização e no exercício das suas funções e do culto".

In Serge We Trust



Memo Para os Políticos Portugueses


"Quand nous serons tous coupables, ce sera la démocracie", Albert Camus.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Antes de o Ser, Já o Era


Qual é o líder que já estava desactualizado antes mesmo de o ser? Passos Coelho. É impressionante o que o "botox dos mass media" pode fazer a alguém cujas ideias estão completamente ultrapassadas antes mesmo de serem colocadas em prática.

Mais do que militantes, o que os Partidos necessitam é de empresas de consultoria de imagem.

N.B. - pedimos antecipadamente desculpa pela analogia com a adivinha da pescada e pela piada, no mínimo, fraquinha do "botox dos mass media". É segunda-feira.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

A Propósito dos Últimos Posts


Ernest Hemingway disse uma vez: "The world is a fine place and worth fighting for". Começo a achar que só posso concordar com a primeira parte, como dizia William Somerset no "Seven".

"Pare, Escute e Olhe"


Trailer Cinema "Pare, Escute, Olhe" from Pare, Escute, Olhe on Vimeo.


Isto Há Lá Com Cada Um...


«Os destruidores
Já que o Joaquim que escreve no Portugal Contemporâneo deve estar ocupado, decidi eu responder à pergunta.
Um homem que seja verdadeiramente um homem, um homem heterossexual, nunca deseja que o mundo morra consigo. Esse homem deixa, em princípio, filhos e aquilo que ele deseja é que, à sua morte, o mundo seja pacífico e próspero, porque esse é o seu desejo para os seus filhos.
É diferente com um homossexual. Depois dele, não há nada. Não faz diferença nenhuma que o mundo morra com ele. Os homossexuais são, por isso, pessoas potencialmente violentas, os destruidores por excelência.
Se, para além de homossexuais forem portadores de HIV, então junta-se a fome com a vontade de comer. Não só não deixam nada, como eles próprios não ficam cá por muito tempo. Estão abertas as portas da destruição. O artigo do Andrew Sullivan é exemplar nos dois aspectos. Primeiro, é de uma violência verbal extraordinária. Segundo, olhando para o título, o que ele deseja é a destruição da Igreja Católica, que ele próprio já idealiza realizada. Portanto, o que o Joaquim quis dizer foi, na minha interpretação: "Cuidado com este meco. Não dêem importância ao que ele diz, porque ele é um tipo violento e destruidor".
Voltando aos homossexuais. Uma comunidade de homossexuais é uma comunidade sempre pronta a explodir em violência. A violência em comunidades homossexuais é sempre incomparavelmente maior do que em comunidades heterossexuais. Os Vândalos possuiam uma forte cultura de homossexualidade, e o mesmo acontecia com todos os povos que foram designados por bárbaros.
Existe na cultura ocidental um filósofo que recebeu a alcunha de O Destruidor, uma alcunha que lhe foi posta pelos seus conterrâneos, e que lhe foi muito bem posta. Só pode ter sido homossexual. É o Kant. Viveu sempre com o seu criado, de nome Lampe, dizem as biografias dele. Era criado era ... Era criado para todo o serviço."»
Publicado por Pedro Arroja no blog Portugal Contemporâneo (http://portugalcontemporaneo.blogspot.com).

Pergunto eu: e aqueles que só "espancam o macaco" (vulgo, masturbação) porque são feios como a "putaça" e as miúdas não querem nada com eles, também são uns destruidores? E se forem inférteis?

Temos de sofrer...

Será que Vale a Pena?


«Um tribunal chinês sentenciou hoje à morte um antigo funcionário hospitalar pela morte de oito crianças há cerca de duas semanas.
O Tribunal Intermédio da cidade de Nanping, na província de Fujian, aplicou a pena de morte a Zheng Minsheng pelo ataque às crianças que esperavam a entrada na escola a 23 de Março, um caso que chocou o país.
A agência oficial chinesa, Xinhua, refere que Zheng admitiu ter "morto intencionalmente" as crianças.»


Perante notícias como esta, perante este tipo de comportamentos, perante este tipo de pessoas, questiono se ainda vale a pena lutar num mundo como este. É evidente que sei que este "monstro" terá perturbações psicológicas graves, mas ainda assim nada explica o que leva alguém a assassinar brutalmente (fica a informação adicional que foi para o efeito utilizada uma faca de cozinha...) crianças de uma escola primária, indefesas e absolutamente inocentes.

Posso estar claramente a exagerar mas ainda assim fica sempre aquele nó na garganta.

Eu acho que ainda assim vale a pena. Mas confesso que não sei se responderia da mesma forma se fosse Pai de uma das crianças.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

0,1% da Vergonha




N.B. - se para eu ter liberdade é preciso estas merdas (perdoem-me a expressão), então esqueçam lá isso.